Cronograma
- Início do Projeto – Ago/2009
- Espaço físico locado por um ano e meio – Ago/2009 a Mai/2011
- Legalização documentária da Instituição – Ago/2009
- Estatuto e regimento interno definido em assembléia Ago/2009
- Equipamentos necessários adquiridos –Set/2009
- Serviços de água, luz, telefonia e internet contratado –Set/2009
- Material de expediente definido – Nov/2009
- Transporte locado ou adquirido –Dez/2009
- Corpo administrativo definido – Jan/2010
- Corpo docente definido – Fev/2010
- Conteúdo programático e elaborado/definido- Mar/2010
- Material didático preparado – Abr/2010
- Divulgação prevista – Abr - Mai /2010
- Alunos selecionados e matriculados – Mai/2010
- Aula inaugural prevista para inicio de Jun/2010
- Módulos desenvolvidos – Ago/2010 a Abr/2011
- Primeiras certificações emitidas – Mai/2011
- Primeiros profissionais capacitados apresentados ao mercado na área da música no campo do canto e do violão popular – 2ª quinzena de Mai/2011
Obs. Formamos cerca de 200 alunos nesse período e já iniciamos novas turmas em março de 2011, nos cursos de teclado, canto, canto coral adulto, canto coral infantil, violão clássico e popular, teoria musical, flauta doce, regência básica e iniciação ao teatro.
SOCIEDADE TIMBIRA - JUSTIFICATIVA
Justificativa:
Devido o baixo número de escolas e instituições voltadas para a educação nas artes cênicas e dramáticas, na dança erudita e popular, na inclusão digital, no cinema, no circo, nas artes plásticas e visuais, na literatura e poesia, na preservação do meio ambiente e na música em todas as suas vertentes instrumentais, vocais e tecnológicas; ha nível básico, técnico, tecnólogo, superior e de pós-graduação, da cidade de Imperatriz e região sudoeste do Maranhão, sul do Pará e norte do Tocantins, é que apresentamos a Sociedade Timbira de Cultura a fim de atender a demanda da qualificação profissional nos campos supracitados e onde todos os participantes tanto do corpo administrativo quanto do corpo discente e docente sejam associados.
SOCIEDADE TIMBIRA - OBJETIVO GERAL
Objetivo:
A Sociedade Timbira de Cultura tem como objetivo qualificar crianças, adolescentes e jovens no campo das artes cênicas e dramáticas, da dança, da música e outras propostas, através de cursos profissionalizantes de nível básico, técnico, superior e de pós-graduação, da cidade de Imperatriz e região sudoeste do Maranhão, sul do Pará e Norte do Tocantins.
SOCIEDADE TIMBIRA DE CULTURA
Shalom!
Bom, estou aqui após 15 meses de ausência sem nenhuma mensagem nova, porém estive trabalhando muito em prol de um projeto maior que engloba também esse blog (ESPIA).
CRIAMOS EM AGOSTO DE 2009 UMA ONG, COM O INTÚITO DE PROMOVER A ACESSIBILIDADE AOS BENS E SERVIÇOS CULTURAIS NA ÁREA DA MÚSICA, DO TEATRO, DA DANÇA, DAS ARTES VISUAIS, DAS ARTES PLÁSTICAS, DO CINEMA, DO CIRCO, DA INCLUSÃO DIGITAL E DA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE; PROMOVENDO E MINISTRANDO CURSOS DE FORMAÇÃO DE NÍVEL TÉCNICO, TECNÓLOGO, SUPERIOR E ESPECIALIDADES NOS DIVERSOS CAMPOS PROPOSTOS.
DENOMINAMOS A ESSA ONG DE:
SOCIEDADE TIMBIRA DE CULTURA
ESTA SOCIEDADE JA NASCE DONA DE DUAS FRANQUIAS, A SABER: O CORAL DE IMPERATRIZ "OS TIMBIRA" E A CIA. DE TEATRO EM CIMA DA HORA.
SOBRE ESSAS DUAS FRANQUIAS ESTAREI EXPLICANDO À POSTERIORI CADA UMA DETALHADAMENTE.
LAILA TOV
DEUS CRIOU O MAL?
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com a seguinte pergunta:
"D’us criou tudo que existe?"
Um aluno respondeu valentemente: “Sim, Ele criou”..
“D’us criou tudo?”, perguntou novamente o professor.
"Sim senhor", respondeu o jovem.
O professor continuou, "Se D’us criou tudo, então D’us fez o mal! Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então D’us é mau."
O jovem ficou calado diante de tal argumento e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
"Posso fazer uma pergunta, professor?"
"Lógico", foi a resposta.
O jovem ficou de pé e perguntou: "Professor, o frio existe?"
"Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?"
O rapaz respondeu: "De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos o frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia. O calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor. Todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor."
"E, existe a escuridão?", continuou o estudante.
O professor respondeu: "Existe".
O estudante respondeu: "Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode ser estudada, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores que a compõe, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Portanto a escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quendo não há luz presente"
Finalmente, o jovem perguntou ao professor: "Senhor, o mal existe?"
O professor respondeu: “Lógico que existe, como disse desde o começo, é só ler as manchetes: vemos ações terroristas, crimes e violência no mundo o tempo todo”.
E o estudante respondeu: "O mal não existe, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, como nos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de D’us. D’us não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter D’us presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz."
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado.
O diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome. E ele respondeu:
“Albert Einstein.”
FILOSOFANDO
OLA AMIGOS!
MAIS UMA VEZ ESTOU BLOGANDO ALGUMAS REFLEXÕES:
BELEZA ENTÃO, VAMOS LÁ.
POR ESSES DIAS PASSADOS EU ESTIVE MEDITANDO SOBRE QUAL A ORIGEM DE NOSSOS PROBLEMAS?
DESCOBRÍ QUE SOMOS NÓS MESMOS OS RESPONSÁVEIS PELOS NOSSOS PROBLEMAS, POIS PODEMOS SOFRER ADVERSIDADES, MAS É A FORMA COMO ENCARAMOS AS MESMAS, QUE DETERMINA O GRAU DAS AGRURAS.
VOU ME DETR MAIS SOBRE ISSO EM BREVE OK?
SHABAT SHALOM
LECHITRAOHT
Maguen David Fim
O símbolo logo se difundiu e, a partir do século XVII, tornou-se o emblema oficial de várias comunidades judaicas e do judaísmo em geral. Em Viena, em 1656, foi usado em uma pedra que marcava o limite entre os bairros judeus e cristãos, junto com uma cruz. Ao serem expulsos de Viena, os judeus levaram o símbolo para outras localidades para onde se transferiram, a Morávia e Amsterdã. Em 1799, a Estrela de David foi usada para representar o povo judeu em uma gravura anti-semita. Em 1822, ao ser agraciada com um título de nobreza pelo imperador austríaco, a família Rothschild a usou em seu brasão.
Foi considerada, assim, um símbolo especificamente judaico no decorrer dos séculos XVIII e XIX na Europa Central e Oriental, espalhando-se pelas comunidades judaicas da Europa Ocidental e do Oriente Médio. Quase todas as sinagogas exibiam a Estrela de David, algumas em sua fachada; outras instituições, como as sociedades beneficentes, usavam o símbolo em seus documentos. Segundo um dos grandes rabinos deste século, o Rabi Moshe Feinstein, o rei David usava o Maguen David, o símbolo de seis pontas, para que o Todo- Poderoso o protegesse nas batalhas. O movimento sionista a adotou como emblema de sua bandeira e do primeiro número do periódico sionista de Theodor Herzl, Die Welt. Os fundadores de Rishon L’Tzion também a colocaram em sua bandeira, em 1855. A Estrela de David tornara-se o símbolo de novas esperanças e de um novo futuro para o povo de Israel.
Mas foram os nazistas que lhe conferiram uma nova dimensão. Em 1933, Hitler, ao decidir que os judeus deveriam usar uma marca em suas roupas para que pudessem ser facilmente reconhecidos, escolheu a “Estrela Judaica” – como era chamado, em tom pejorativo pelos nazistas, o Maguen David. Ao querer fazer deste um distintivo da vergonha que acompanharia milhões em seu caminho para a morte, tornou-o símbolo de um povo. Símbolo de sofrimento e morte, mas também de esperança.
Quando o Estado de Israel escolheu como emblema do novo Estado judaico a menorá, manteve o Maguen David na bandeira nacional. Atualmente, a Estrela de David é o símbolo de uma nação independente. É o símbolo de um lar nacional para todo e qualquer judeu.
Maguen David 5
O uso oficial
Foi no século XIV, em Praga, capital da Boêmia, que o Escudo de David foi usado pela primeira vez de forma oficial para representar uma comunidade judaica. No ano 1354, o rei Karel IV concedeu à comunidade judaica o privilégio de ter sua própria bandeira. No fundo vermelho, foi colocado o hexagrama, a Estrela de David, em ouro. Documentos referem-se a este símbolo como sendo a “bandeira do rei David“. Em Praga, a estrela de seis pontas – sempre chamada de Maguen David – passou a ser usada tanto em sinagogas, como no selo oficial da comunidade e em livros impressos.
Maguen David 4
Idade Média
O uso ornamental de estrelas tanto de cinco como de seis pontas estendeu-se durante a Idade Média aos países muçulmanos e cristãos. Entre os muçulmanos o uso do “Selo de Salomão”, como proteção, era muito difundido. Alguns reis, como o de Navarra, usavam a estrela de seis pontas em seu selo. O hexagrama é encontrado em igrejas e catedrais, assim como em sinagogas, como a de Hameln (Alemanha, 1280) e a de Budweis (Boêmia, século XIV). Iluminuras de manuscritos hebraicos medievais contêm hexagramas sem que lhes sejam atribuídos qualquer nome.
O mais antigo texto que faz menção ao Maguen David como o escudo protetor usado pelo Rei David pode ser encontrado em um alfabeto místico que remonta ao período gueônico e era utilizado pelos sábios asquenazitas do século XII. Mas, neste caso, acreditava-se que o que estava gravado no escudo era o Grande Nome Sagrado de 72 letras. O termo Maguen David ainda não estava ligado à estrela de seis pontas e não está claro o que teria provocado a substituição do “Grande Nome de 72 letras” pela figura geométrica. Depois desta época, o uso do Maguen David tornou-se difundido em manuscritos medievais como proteção.
Também são da Idade Média os primeiros amuletos de proteção em que aparece o hexagrama. Entre os séculos X e XIV, são encontrados em mezuzot.
Mas até o século XII, o termo Maguen David não tinha ainda um vínculo com a estrela de seis pontas, já que havia várias hipóteses sobre o que estava gravado no escudo que o rei David usava nas batalhas. Por exemplo, segundo a obra de Rabi Isaac Arama, Akedat Itzhak (século XV), o que estava gravado no escudo do rei era o Salmo 67 disposto em forma de menorá.
Mas é no texto cabalístico Sefer ha-Guevul, de autoria de um neto de Nachmânides, do início do século XIV, que podemos encontrar o mais antigo testemunho do uso do termo em relação à estrela de seis pontas. O hexagrama aparece duas vezes nesse texto, sendo chamado em ambas de Maguen David.
Já a partir do século XIII, na Espanha e na Alemanha, são encontrados manuscritos bíblicos nos quais partes da messorá – tradição oral - são escritas em micrografia, em forma de hexagrama. E até o século XVI, os sábios cabalistas acreditavam que o Escudo de David não deveria ser desenhado com simples linhas geométricas. Deveria ser composto com determinados Nomes Sagrados e suas combinações, segundo o padrão dos manuscritos bíblicos, nos quais as linhas eram compostas com textos da messorá.
Maguen David 3
Outra suposição é que o símbolo tenha surgido na época de Bar Kochba, no período de 132-135 da era comum. Segundo esta teoria, os judeus que lutavam contra as forças romanas adotaram escudos mais resistentes, em cujo interior foram colocados dois triângulos entrelaçados. Alguns estudiosos, entre os quais Rabi Moses Gaster (grã-rabino sefaradita da Inglaterra, de 1887 a 1918, e líder sionista), acreditavam que havia uma estrela de seis pontas gravada nas moedas cunhadas na época de Bar Kochba.
Ainda no Talmud (Gittin 68a) esta escrito que o rei Salomão possuía um anel no qual estava gravado o “Nome Divino de 72 Letras“ e que este anel o protegia contra as forças negativas. Porém, mais uma vez não é dada nenhuma descrição adicional. Muitas vezes o pentagrama – a estrela de 5 pontas – chamado de “Selo de Salomão”, termo usado tanto no Islã como em algumas comunidades judaicas, era usado no lugar do Maguen David. A estrela de cinco pontas também era considerada um símbolo de proteção Divina, mas no meio judaico seu uso acabou sendo abandonado.
O mais antigo artefato judaico com um hexagrama de que se tem notícia é um selo encontrado em Sidon, datado do século VII antes da era comum. Apesar de, na época do Segundo Templo, os símbolos judaicos mais comuns serem o shofah, o lulav e a menorá, foram encontrados pentagramas e hexagramas em vários achados arqueológicos. Um exemplo é o friso da sinagoga de Cafarnaum (século II ou III da era comum) e uma lápide (ano 300 da era comum), encontrada no sul da Itália.
Maguen David 2
Evolução histórica
Desde a Idade do Bronze, utilizaram-se estrelas de cinco e seis pontas como decoração ou como elemento mágico, sendo encontradas em ruínas de civilizações tão diferentes e tão distantes como a Índia, a Mesopotâmia ou a Grã-Bretanha. Na Índia, por exemplo, algumas datam de cerca 3.000 anos antes da era comum. Há, ainda, hexagramas em igrejas medievais e bizantinas. No Islã era considerado um símbolo muito importante. A estrela de seis pontas também fazia parte dos emblemas de várias nações e atualmente pode ser vista na bandeira da Irlanda do Norte.
Mas antes de analisar sua evolução histórica, devemos ressaltar alguns aspectos importantes. A tradução literal do termo Maguen David não é Estrela de David, mas sim Escudo de David. O termo “escudo” ou maguen é muito usado nas orações e não se refere à estrela de seis pontas, mas é uma forma poética de referência a D’us, ou seja, à Sua proteção onipotente.
No Talmud, D’us é chamado “Escudo de David” (Pesachim, 117b). Ao afirmar que D’us é o “Escudo de David”, nós o reconhecemos como sendo o único Protetor do rei David e, conseqüentemente, também o nosso. Reconhecemos, assim, que foi unicamente graças à proteção e bênção Divina que o rei David conseguiu suas grandes vitórias militares. A cada Shabat, após a leitura da Haftará, reiteramos este conceito ao dizer “Abençoado sejas Tu, meu D’us, Escudo de David”.
Não está muito claro, porém, como o conceito de D’us como “escudo” acabou entrelaçando-se com a estrela de seis pontas. Há inúmeras suposições, entre as quais uma que afirma que o escudo do rei David era triangular e sobre ele estava gravado o “Grande Nome Divino de 72 Letras” juntamente com as letras hebraicas m, k, b e y (as letras da palavra Macabi).
Maguen David 1
Mas desde o século XIX a Estrela de David tem sido o símbolo mais usado entre os judeus de todas as partes do mundo. Usada por várias comunidades e instituições de todas as tendências, este símbolo pode ser visto em fachadas de sinagogas, assim como em seu interior, sobre o hechal (Arca Sagrada) , em parochet (cortina que cobre a Arca), em lápides e inúmeros outros objetos religiosos.
Durante uma das épocas mais terríveis da história do povo de Israel, quando praticamente toda a Europa estava sob o jugo nazista, estes obrigaram todos os judeus a usar uma estrela amarela nas vestes. Queriam transformar a Estrela de David em um símbolo de vergonha e de morte, mas para os judeus tornou-se um símbolo de sofrimento e heroísmo e da esperança coletiva de todo um povo.
A criação do Estado de Israel fez com que o símbolo marcado pelo sofrimento renascesse junto com a Nação Judaica. O Estado de Israel, o primeiro Lar Na-cional judaico após 2.000 anos de diáspora, ostenta na parte central de sua bandeira uma Estrela de David de cor azul
Para se traçar a origem da Estrela de David na história judaica devem-se levar em consideração dois aspectos. Primeiro, a evolução histórica do nome e do símbolo, que, como veremos mais adiante, ao que tudo indica, em seus primórdios não tinham ligação entre si. Segundo, a interpretação mística do Maguen David.
Estrela de David (Maguen David)
A ESTRELA DE DAVID
Seu reconhecimento como símbolo exclusivamente judaico é um fato relativamente recente já que, na Antigüidade e mesmo durante a Idade Média, várias civilizações além da nossa usavam o hexagrama como símbolo místico ou puramente decorativo.
Amor Parte 2
Logo ao nascer comecei a dar trabalho para meus pais, pois quase mato minha mãe no parto... ainda no primeiro ano de vida, nos mudamos para outra cidade mais "evoluída" onde passei minha primeira infância. aos dez anos de idade nos mudamos novamente para outra cidade maior ainda, onde passei minha segunda infância... ganhei meu primeiro beijo na boca aos 12 anos e quase vomitei quando a menina mais experiente do que eu, colocou a língua na minha boca. Logo depois fugi de casa para buscar novos horizontes, poucos dias depois meu pai foi a minha procura e me trouxe de volta para casa; fugi de novo e dessa vez pra bem mais longe... peguei carona num caminhão e fui bater numa cidade do Norte do Brasil. Trabalhei como carregador de mercadorias numa feira onde ganhava uns trocados pra comer, e como zelador de uma barbearia em troca de alojamento no sótão... Desta Cidade Fui para uma outra onde tinha um colégio interno que eu desejava muito conhecer e estudar lá... passei três maravilhosos e inesquecíveis anos naquele pedaço do céu na terra. Trabalhava tanto ali que adoeci com pneumonia. Longe de meus queridos e sem conhecer muita gente fui parar numa outra grande cidade onde fui acolhido por uma familia de pessoas que já haviam estudado no mesmo Internato, e então; me trataram como filho e dentro de pouco tempo, uns dois anos, depois de prestar serviço militar e trabalhar como vendedor de laranjas e batatas fritas, me desposei de uma moça que tinha uma filhinha de colo ainda, até então sem saber o que era realmente amar uma mulher, que ao meu entender, um casamento se resumia em conveniência pra ambas as partes envolvidas. Nasceu um pouco depois minha Filha Biológica... que coisa mais linda! Minha Filha! minha descendência!!! Pouco tempo depois estava separado morando sozinho longe de minhas crianças... que tristeza!
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Meu Perfil
BRASIL, Nordeste, IMPERATRIZ, CENTRO, Homem, de 36 a 45 anos, Spanish, Portuguese, Cinema e vídeo, Livros, vinhos e boa compania MSN - pietrinni@hotmail.com
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