FILOSOFANDO
OLA AMIGOS!
MAIS UMA VEZ ESTOU BLOGANDO ALGUMAS REFLEXÕES:
BELEZA ENTÃO, VAMOS LÁ.
POR ESSES DIAS PASSADOS EU ESTIVE MEDITANDO SOBRE QUAL A ORIGEM DE NOSSOS PROBLEMAS?
DESCOBRÍ QUE SOMOS NÓS MESMOS OS RESPONSÁVEIS PELOS NOSSOS PROBLEMAS, POIS PODEMOS SOFRER ADVERSIDADES, MAS É A FORMA COMO ENCARAMOS AS MESMAS, QUE DETERMINA O GRAU DAS AGRURAS.
VOU ME DETR MAIS SOBRE ISSO EM BREVE OK?
SHABAT SHALOM
LECHITRAOHT
Maguen David Fim
O símbolo logo se difundiu e, a partir do século XVII, tornou-se o emblema oficial de várias comunidades judaicas e do judaísmo em geral. Em Viena, em 1656, foi usado em uma pedra que marcava o limite entre os bairros judeus e cristãos, junto com uma cruz. Ao serem expulsos de Viena, os judeus levaram o símbolo para outras localidades para onde se transferiram, a Morávia e Amsterdã. Em 1799, a Estrela de David foi usada para representar o povo judeu em uma gravura anti-semita. Em 1822, ao ser agraciada com um título de nobreza pelo imperador austríaco, a família Rothschild a usou em seu brasão.
Foi considerada, assim, um símbolo especificamente judaico no decorrer dos séculos XVIII e XIX na Europa Central e Oriental, espalhando-se pelas comunidades judaicas da Europa Ocidental e do Oriente Médio. Quase todas as sinagogas exibiam a Estrela de David, algumas em sua fachada; outras instituições, como as sociedades beneficentes, usavam o símbolo em seus documentos. Segundo um dos grandes rabinos deste século, o Rabi Moshe Feinstein, o rei David usava o Maguen David, o símbolo de seis pontas, para que o Todo- Poderoso o protegesse nas batalhas. O movimento sionista a adotou como emblema de sua bandeira e do primeiro número do periódico sionista de Theodor Herzl, Die Welt. Os fundadores de Rishon L’Tzion também a colocaram em sua bandeira, em 1855. A Estrela de David tornara-se o símbolo de novas esperanças e de um novo futuro para o povo de Israel.
Mas foram os nazistas que lhe conferiram uma nova dimensão. Em 1933, Hitler, ao decidir que os judeus deveriam usar uma marca em suas roupas para que pudessem ser facilmente reconhecidos, escolheu a “Estrela Judaica” – como era chamado, em tom pejorativo pelos nazistas, o Maguen David. Ao querer fazer deste um distintivo da vergonha que acompanharia milhões em seu caminho para a morte, tornou-o símbolo de um povo. Símbolo de sofrimento e morte, mas também de esperança.
Quando o Estado de Israel escolheu como emblema do novo Estado judaico a menorá, manteve o Maguen David na bandeira nacional. Atualmente, a Estrela de David é o símbolo de uma nação independente. É o símbolo de um lar nacional para todo e qualquer judeu.
Maguen David 5
O uso oficial
Foi no século XIV, em Praga, capital da Boêmia, que o Escudo de David foi usado pela primeira vez de forma oficial para representar uma comunidade judaica. No ano 1354, o rei Karel IV concedeu à comunidade judaica o privilégio de ter sua própria bandeira. No fundo vermelho, foi colocado o hexagrama, a Estrela de David, em ouro. Documentos referem-se a este símbolo como sendo a “bandeira do rei David“. Em Praga, a estrela de seis pontas – sempre chamada de Maguen David – passou a ser usada tanto em sinagogas, como no selo oficial da comunidade e em livros impressos.
Maguen David 4
Idade Média
O uso ornamental de estrelas tanto de cinco como de seis pontas estendeu-se durante a Idade Média aos países muçulmanos e cristãos. Entre os muçulmanos o uso do “Selo de Salomão”, como proteção, era muito difundido. Alguns reis, como o de Navarra, usavam a estrela de seis pontas em seu selo. O hexagrama é encontrado em igrejas e catedrais, assim como em sinagogas, como a de Hameln (Alemanha, 1280) e a de Budweis (Boêmia, século XIV). Iluminuras de manuscritos hebraicos medievais contêm hexagramas sem que lhes sejam atribuídos qualquer nome.
O mais antigo texto que faz menção ao Maguen David como o escudo protetor usado pelo Rei David pode ser encontrado em um alfabeto místico que remonta ao período gueônico e era utilizado pelos sábios asquenazitas do século XII. Mas, neste caso, acreditava-se que o que estava gravado no escudo era o Grande Nome Sagrado de 72 letras. O termo Maguen David ainda não estava ligado à estrela de seis pontas e não está claro o que teria provocado a substituição do “Grande Nome de 72 letras” pela figura geométrica. Depois desta época, o uso do Maguen David tornou-se difundido em manuscritos medievais como proteção.
Também são da Idade Média os primeiros amuletos de proteção em que aparece o hexagrama. Entre os séculos X e XIV, são encontrados em mezuzot.
Mas até o século XII, o termo Maguen David não tinha ainda um vínculo com a estrela de seis pontas, já que havia várias hipóteses sobre o que estava gravado no escudo que o rei David usava nas batalhas. Por exemplo, segundo a obra de Rabi Isaac Arama, Akedat Itzhak (século XV), o que estava gravado no escudo do rei era o Salmo 67 disposto em forma de menorá.
Mas é no texto cabalístico Sefer ha-Guevul, de autoria de um neto de Nachmânides, do início do século XIV, que podemos encontrar o mais antigo testemunho do uso do termo em relação à estrela de seis pontas. O hexagrama aparece duas vezes nesse texto, sendo chamado em ambas de Maguen David.
Já a partir do século XIII, na Espanha e na Alemanha, são encontrados manuscritos bíblicos nos quais partes da messorá – tradição oral - são escritas em micrografia, em forma de hexagrama. E até o século XVI, os sábios cabalistas acreditavam que o Escudo de David não deveria ser desenhado com simples linhas geométricas. Deveria ser composto com determinados Nomes Sagrados e suas combinações, segundo o padrão dos manuscritos bíblicos, nos quais as linhas eram compostas com textos da messorá.
Maguen David 3
Outra suposição é que o símbolo tenha surgido na época de Bar Kochba, no período de 132-135 da era comum. Segundo esta teoria, os judeus que lutavam contra as forças romanas adotaram escudos mais resistentes, em cujo interior foram colocados dois triângulos entrelaçados. Alguns estudiosos, entre os quais Rabi Moses Gaster (grã-rabino sefaradita da Inglaterra, de 1887 a 1918, e líder sionista), acreditavam que havia uma estrela de seis pontas gravada nas moedas cunhadas na época de Bar Kochba.
Ainda no Talmud (Gittin 68a) esta escrito que o rei Salomão possuía um anel no qual estava gravado o “Nome Divino de 72 Letras“ e que este anel o protegia contra as forças negativas. Porém, mais uma vez não é dada nenhuma descrição adicional. Muitas vezes o pentagrama – a estrela de 5 pontas – chamado de “Selo de Salomão”, termo usado tanto no Islã como em algumas comunidades judaicas, era usado no lugar do Maguen David. A estrela de cinco pontas também era considerada um símbolo de proteção Divina, mas no meio judaico seu uso acabou sendo abandonado.
O mais antigo artefato judaico com um hexagrama de que se tem notícia é um selo encontrado em Sidon, datado do século VII antes da era comum. Apesar de, na época do Segundo Templo, os símbolos judaicos mais comuns serem o shofah, o lulav e a menorá, foram encontrados pentagramas e hexagramas em vários achados arqueológicos. Um exemplo é o friso da sinagoga de Cafarnaum (século II ou III da era comum) e uma lápide (ano 300 da era comum), encontrada no sul da Itália.
Maguen David 2
Evolução histórica
Desde a Idade do Bronze, utilizaram-se estrelas de cinco e seis pontas como decoração ou como elemento mágico, sendo encontradas em ruínas de civilizações tão diferentes e tão distantes como a Índia, a Mesopotâmia ou a Grã-Bretanha. Na Índia, por exemplo, algumas datam de cerca 3.000 anos antes da era comum. Há, ainda, hexagramas em igrejas medievais e bizantinas. No Islã era considerado um símbolo muito importante. A estrela de seis pontas também fazia parte dos emblemas de várias nações e atualmente pode ser vista na bandeira da Irlanda do Norte.
Mas antes de analisar sua evolução histórica, devemos ressaltar alguns aspectos importantes. A tradução literal do termo Maguen David não é Estrela de David, mas sim Escudo de David. O termo “escudo” ou maguen é muito usado nas orações e não se refere à estrela de seis pontas, mas é uma forma poética de referência a D’us, ou seja, à Sua proteção onipotente.
No Talmud, D’us é chamado “Escudo de David” (Pesachim, 117b). Ao afirmar que D’us é o “Escudo de David”, nós o reconhecemos como sendo o único Protetor do rei David e, conseqüentemente, também o nosso. Reconhecemos, assim, que foi unicamente graças à proteção e bênção Divina que o rei David conseguiu suas grandes vitórias militares. A cada Shabat, após a leitura da Haftará, reiteramos este conceito ao dizer “Abençoado sejas Tu, meu D’us, Escudo de David”.
Não está muito claro, porém, como o conceito de D’us como “escudo” acabou entrelaçando-se com a estrela de seis pontas. Há inúmeras suposições, entre as quais uma que afirma que o escudo do rei David era triangular e sobre ele estava gravado o “Grande Nome Divino de 72 Letras” juntamente com as letras hebraicas m, k, b e y (as letras da palavra Macabi).
Maguen David 1
Mas desde o século XIX a Estrela de David tem sido o símbolo mais usado entre os judeus de todas as partes do mundo. Usada por várias comunidades e instituições de todas as tendências, este símbolo pode ser visto em fachadas de sinagogas, assim como em seu interior, sobre o hechal (Arca Sagrada) , em parochet (cortina que cobre a Arca), em lápides e inúmeros outros objetos religiosos.
Durante uma das épocas mais terríveis da história do povo de Israel, quando praticamente toda a Europa estava sob o jugo nazista, estes obrigaram todos os judeus a usar uma estrela amarela nas vestes. Queriam transformar a Estrela de David em um símbolo de vergonha e de morte, mas para os judeus tornou-se um símbolo de sofrimento e heroísmo e da esperança coletiva de todo um povo.
A criação do Estado de Israel fez com que o símbolo marcado pelo sofrimento renascesse junto com a Nação Judaica. O Estado de Israel, o primeiro Lar Na-cional judaico após 2.000 anos de diáspora, ostenta na parte central de sua bandeira uma Estrela de David de cor azul
Para se traçar a origem da Estrela de David na história judaica devem-se levar em consideração dois aspectos. Primeiro, a evolução histórica do nome e do símbolo, que, como veremos mais adiante, ao que tudo indica, em seus primórdios não tinham ligação entre si. Segundo, a interpretação mística do Maguen David.
Estrela de David (Maguen David)
A ESTRELA DE DAVID
Seu reconhecimento como símbolo exclusivamente judaico é um fato relativamente recente já que, na Antigüidade e mesmo durante a Idade Média, várias civilizações além da nossa usavam o hexagrama como símbolo místico ou puramente decorativo.
Amor Parte 2
Logo ao nascer comecei a dar trabalho para meus pais, pois quase mato minha mãe no parto... ainda no primeiro ano de vida, nos mudamos para outra cidade mais "evoluída" onde passei minha primeira infância. aos dez anos de idade nos mudamos novamente para outra cidade maior ainda, onde passei minha segunda infância... ganhei meu primeiro beijo na boca aos 12 anos e quase vomitei quando a menina mais experiente do que eu, colocou a língua na minha boca. Logo depois fugi de casa para buscar novos horizontes, poucos dias depois meu pai foi a minha procura e me trouxe de volta para casa; fugi de novo e dessa vez pra bem mais longe... peguei carona num caminhão e fui bater numa cidade do Norte do Brasil. Trabalhei como carregador de mercadorias numa feira onde ganhava uns trocados pra comer, e como zelador de uma barbearia em troca de alojamento no sótão... Desta Cidade Fui para uma outra onde tinha um colégio interno que eu desejava muito conhecer e estudar lá... passei três maravilhosos e inesquecíveis anos naquele pedaço do céu na terra. Trabalhava tanto ali que adoeci com pneumonia. Longe de meus queridos e sem conhecer muita gente fui parar numa outra grande cidade onde fui acolhido por uma familia de pessoas que já haviam estudado no mesmo Internato, e então; me trataram como filho e dentro de pouco tempo, uns dois anos, depois de prestar serviço militar e trabalhar como vendedor de laranjas e batatas fritas, me desposei de uma moça que tinha uma filhinha de colo ainda, até então sem saber o que era realmente amar uma mulher, que ao meu entender, um casamento se resumia em conveniência pra ambas as partes envolvidas. Nasceu um pouco depois minha Filha Biológica... que coisa mais linda! Minha Filha! minha descendência!!! Pouco tempo depois estava separado morando sozinho longe de minhas crianças... que tristeza!
AMOR PARTE 1
Olá!
Me chamo Ben, e as pessoas também me chamam de Ben, exceto minha amada que me chama de Bem...
Bom, deixando de lado as apresentações quero falar pra vocês sobre como minha história começou.
Nasci de uma familia de agricultores, gente muito simples de uma cidadezinha do sertão do Nordeste brasileiro, meu pai se chamava Euzébio e minha mãe Clemência; ambos se conheceram numa noitinha onde acontecia festinha de forró arrasta-pé. Meu pai tocava sanfona na companhia de mais dois comparsas de estripulías musicais... era poeira subindo no terreiro de chão batido e os olhares se cruzando. Lá para as tantas se avistava o fole num canto, e os dois sabe-se lá pra onde... foi amor a primeira vista e dentro de pouco tempo estavam casados e morando juntos numa casinha de cobertura de palha de babaçú e paredes de barro. Papai sempre muito trabalhador foi logo tratando de fazer menino e num intervalo as vezes menor que dois anos nascia mais um irmão ou irmãzinha, sendo 12 no total e haja "Jacó" no sertão!. Pensem vocês na dificuldade que esses dois passaram para criar essa "tribo". Então, assim sendo; sou filho da união e do amor desses dois "aventureiros" da vida.
Bom: vamos lá...
DESEJO...
Ardo em desejo na tarde que arde!
Ardo por fora e dentro... enfim
Teu corpo branquinho, vermelho arde
Arde engolindo parte de mim
Ardo contigo no fim da tarde
Ardo de noite no frio sim
Ardo nos toques, ardo nos beijos
Ardo sozinho, tocando em mim
Ardo contigo, tocando em ti
Enfim, em ti sem fim!
explicação da históroa
amanhã conto pra vocês o primeiro capitulo da historia esta bem?
AMOR
Essa é a história de um homem por uma mulher, e desta por este.
observem vocês que lêem estes artigos que escrevo que passei mais de um ano sem blogar nenhuma mensagem e a causa disto é o fato de eu estar mergulhado até a alma numa pesquisa muito particular; fui tomado por um desejo enorme e uma vontade maior do que meu ser de vivenciar a experiência do que seria um homem amar uma mulher incondicionalmente vice versa. Sempre via as pessoas apaixonadas com cara de besta por aí afora e não entendia tal fenômeno. Me incomodava também o fato dos casais estarem bem próximos no início de sua relação e algum tempinho depois já andarem um na frente do outro e não mais lado a lado com antes. antes de contar a história principal vou contar a história secundária. um abraço a todos que lerem e aproveitem a história ok?
Os segredos do nº 7 parte 5
- multiplicado por 6, é como se se mudass o equilíbrio: trocasse os três primeiros algarismos pelos três últimos: 8 5 7 1 4 2
- multiplicado por 7, é como se tivesse havido um desarranjo na máquina: 9 9 9 9 9 9
Com este último resultado, tiveram uma idéia: como 999999 arredondado é 1, dividiram 1 por 7. O resultado foi:
0,142857142857142857..... ou seja: uma dízima periódica, cujo período é 1 4 2 8 5 7
Concluíram os místicos: o Número Áureo representa as Energias Divinas (1) distribuídas (divididas) pelos seus sete Regentes planetários.
Outra explicação:
Em escavações mais recentes, no local onde situava-se o Templo de Salomão, foi encontrado um medalhão de ouro com a figura a conhecida por "Estrela de Davi" e que é considerada o símbolo do Judaísmo e do Estado de Israel. Em cada vértice dessa estrela de seis pontas, havia uma letra do alfabeto hebraico: eram as letras ALEF, BET, DALET, HÉ, ZAIN e HET. Os pesquisadores procuraram ler o que seria uma palavra :ou um grupo de palavras; tentaram ler em todos os sentidos e não conseguiram nada. De repente, um dos pesquisadores lembrou que as letras hebraicas são, também, números: os números 1, 2, 4, 5, 7 e 8. E estavam arrumados, na figura, da seguinte maneira: o algarismo 1, no vértice superior ; o 8, no vértice inferior; nos vértices da esquerda, os algarismos 4 e 2; nos vértices da direita, os algarismos 7 e 5.
Como a escrita hebraica é lida da direita para a esquerda e, no caso da figura, no sentido anti-horário, os algarismos formavam o número 1 4 2 8 5 7
Verificaram, então, que os múltiplos surgiam da seguinte maneira interessante:
- Qual o segundo número, em ordem crescente? - o 2.
Lendo, a partir do 2, sempre no sentido anti-horário, o resultado é o da multiplicação por 2:
2 8 5 7 1 4.
- Qual o terceiro número, em ordem crescente? - o 4.
Lendo, a partir do 4, no sentido anti-horário, tem-se o resultado da multiplicação por 3: 4 2 8 5 7 1.
E, assim, sucessivamente: quarto número: 5.
1 4 2 8 5 7 X 4 = 5 7 1 4 2 8
Quinto número: 7.
1 4 2 8 5 7 X 5 = 7 1 4 2 8 5
Sexto número: 8.
1 4 2 8 5 7 X 6 = 8 5 7 1 4 2
E vamos ficar por aqui.
Um abraço a todos
Do Maestro Pietrinni.
(depois estaremos dando sequencia a este tema)
os segredos do nº 7 parte 4
4º - Plano Intuicional, com densidade maior que a do terceiro, também dividido em sete sub-planos.
5º - Plano Mental, dividido em duas áreas com propriedades distintas: uma, com três sub-planos, chamada mental abstrato ou superior e outra, com quatro sub-planos, chamada mental concreto ou inferior.
6º - Plano Emocional ou Astral, também dividido em sete sub-planos.
7º - Plano Físico, também dividido em duas áreas distintas: uma, com quatro sub-planos de matéria sutil, chamada físico etérico; outra, com três sub-planos, chamada físico denso, que são os estados gasoso, líquido e sólido.
Disso tudo, tiramos a seguinte conclusão: dos 49 sub-planos ou 49 estados de matéria, só podemos captar 3, com nossos sentidos físicos. Os outros fazem parte do mundo subjetivo.
Agora, voltemos a falar do número 7:
Conceitos e valores:
No alfabeto hebraico, o sete corresponde à letra "zain" = Imaculado
No Mundo Angélico, 7 é Eloim = enviado de Deus.
No Mundo Astrológico, 7 é Mikhael, a inteligência soberana do 9º céu, que é a Lua.
No Mundo Elemental, o 7 é o Reino mineral.
Os nomes divinos:
O 7º nome divino é IEVE TSEBAOTH, que significa "O DEUS DOS EXÉRCITOS" ou, antes, Deus das Ordens Cósmicas; a Lei Divina que rege os mundos.
Na Cabalah, a 7ª sephirah é NETSACH = Vitória sobre a Morte. O 7º caminho é a Inteligência oculta; ela envolve, com esplendor, todas as virtudes intelectuais.
Última curiosidade sobre o número 7:
Muitos séculos depois da morte de Pitágoras, em escavações procedidas no antigo local de sua Academia, foi encontrada uma placa de ouro, com um número gravado. Esse número, que ficou conhecido como o "Número Áureo de Pitágoras" era 1 4 2 8 5 7
Não se sabia o que significava, mas descobriram-se várias coisas interessantes a respeito desse número:
- multiplicado por 2, é como se se pegassem os dois primeiros algarismos e passassem para o fim: 2 8 5 7 1 4
- multiplicado por 3, é como se se pegasse o primeiro algarismo e passassem para o fim:
4 2 8 5 7 1
- multiplicado por 4, é como se de pegassem os dois últimos algarismos e passassem para a frente: 5 7 1 4 2 8
- multiplicado por 5, é como se se pegasse o último algarismo e passassem para a frente:
7 1 4 2 8 5
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Meu Perfil
BRASIL, Nordeste, IMPERATRIZ, CENTRO, Homem, de 36 a 45 anos, Spanish, Portuguese, Cinema e vídeo, Livros, vinhos e boa compania MSN - pietrinni@hotmail.com
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